Caísses na poeira do meu esquecimento por antes me deixar desarmada, sem guardas e sem um punho de areia.
Atira-se ao sol.
Com teus pés fizesses poeira e não te vi.
Mas mirei, admirada, um pé de chinelo de couro, fim de tarde, tempo seco e alegria estampada no rosto.
Mas apenas imaginei.
Nenhum comentário:
Postar um comentário