domingo, 24 de julho de 2011

O queijo é só para montar a ratoeira.

Uivou, rangeu, gritou, esmurrou, sacudiu para sugar a atenção, a pseuda calma e a tal famosa paz.
De novo nem foi digno de percepção. Só mais uma vez, uma vez mais...Naqueles mesmos dias, mais um dos perdidos.

Já cabisbaixa deixou de querer, finalmente.
Um, só mais um, talvez o último suspiro-de outra natureza:
sorriu.

Sorriu?
Sorriu,
sorriu.
Não era frívolo, claro que não. Era, era, era... pro-li-xo. Isso! Prolixo. Alegremente prolixo.
Velha graça de amor a primeira vista: platônico, tímido. Incapaz de enxergar as palavras, pensamentos e intensões daquele aconchegante sorriso.


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