De novo nem foi digno de percepção. Só mais uma vez, uma vez mais...Naqueles mesmos dias, mais um dos perdidos.
Já cabisbaixa deixou de querer, finalmente.
Um, só mais um, talvez o último suspiro-de outra natureza:
sorriu.
sorriu.
Sorriu?
Sorriu,
sorriu.
Sorriu,
sorriu.
Não era frívolo, claro que não. Era, era, era... pro-li-xo. Isso! Prolixo. Alegremente prolixo.
Velha graça de amor a primeira vista: platônico, tímido. Incapaz de enxergar as palavras, pensamentos e intensões daquele aconchegante sorriso.
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